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PALEO-SP encerra programação no MAGMA Museu e reforça papel da instituição na divulgação das geociências

A atividade integrou Encontro Regional de Paleontologia e reuniu pesquisadores, professores e estudantes de diferentes regiões do Brasil.

O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, foi um dos espaços que integrou a programação do PALEO-SP 2025 – Encontro Regional de Paleontologia, sediado pelo Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB/Unesp). A atividade realizada no Museu marcou o encerramento do evento e reuniu professores, pesquisadores e estudantes de diferentes estados, promovendo troca de experiências, visitas ao acervo e diálogo científico.

Durante a programação no MAGMA, os participantes tiveram contato com o acervo mineralógico, de rochas e minerais, além de conhecer as ações educativas e de divulgação científica desenvolvidas pela instituição. A visita foi especialmente significativa para pes

quisadores e alunos de fora de Botucatu, que puderam conhecer de perto o trabalho realizado pelo Museu na valorização do patrimônio geológico e paleontológico regional.

Para o professor Marcello Simões, do Departamento de Biodiversidade e Bioestatística do Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu (IBB/Unesp) e integrante da organização do PALEO-SP, a escolha do MAGMA para o encerramento do evento reforça a relevância da instituição. “Hoje nós estamos encerrando o evento aqui no MAGMA, que tem toda a sua importância por causa do seu acervo mineralógico, acervo de rochas e minerais, e todo o seu papel importante para o desenvolvimento cultural digamos assim da nossa sociedade, em particular de Botucatu. Para nós foi uma felicidade podermos encerrar o nosso evento com uma visita muito interessante, especialmente para os pesquisadores e alunos de fora da cidade, muitos estão impactados pela qualidade dos materiais no museu e tudo que tem sido desenvolvido aqui”, destacou.

A professora Juliana Leme, do Departamento de Geologia Ambiental e Aplicada do Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo (USP) e integrante da organização do PALEO-SP, também ressaltou a importância do MAGMA como espaço de educação e divulgação científica. “O MAGMA é um museu maravilhoso, que conta uma história importantíssima não só da geologia da região, da paleontologia do estado de São Paulo, mas como um ponto de divulgação científica, onde as crianças e as escolas podem vir e aproveitar, aprender sobre a geologia e a paleontologia. Despertar isso nas crianças é muito importante. Que presente que Botucatu ganhou em ter esse museu”, afirmou.

A participação do MAGMA no PALEO-SP reforça sua atuação como espaço de integração entre universidade, pesquisadores, estudantes e comunidade. Para a gestora e curadora do Museu, Berenice Balsalobre, o encontro evidenciou a vocação científica e educativa da instituição. “Hoje foi um dia de alegria aqui no museu. Nós fizemos parte do Encontro Regional de Paleontologia que aconteceu no Instituto de Biociências da Unesp de Botucatu, com encerramento da programação no MAGMA. Pudemos ter contato com pessoas de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, do Paraná e de vários lugares do Brasil, tivemos a oportunidade de trocar experiências, conhecer no que eles trabalham e também apresentar o nosso trabalho. Ter alunos, pesquisadores e professores dentro do museu é sempre muito valioso”, ressaltou.

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