Conhecer as águas subterrâneas é também compreender melhor os desafios que o planeta enfrenta.
Entre os dias 11 e 14 de agosto, a equipe do MAGMA Museu, participou do XXIV Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, do XXV Encontro Nacional de Perfuradores de Poços e da FENAGUA 2026 – Feira Nacional da Água.
Os encontros reuniram profissionais, pesquisadores e especialistas para discutir questões relacionadas aos recursos hídricos e aos novos desafios impostos pelas mudanças climáticas.
O aumento e as alterações nas temperaturas reforçam a necessidade de conhecer melhor as águas subterrâneas, planejar estratégias de adaptação e buscar soluções que contribuam para aumentar a resiliência dos territórios e das populações.
Para o MAGMA, participar de espaços como esse significa ampliar o diálogo entre ciência, meio ambiente e sociedade, aproximando o conhecimento de questões que fazem parte do presente e do futuro do nosso planeta.
Em razão do período eleitoral, a partir de 4 de julho, alguns conteúdos do perfil oficial do MAGMA Museu nas redes sociais, assim como do site, ficarão temporariamente restritos.
As publicações que se enquadram nas determinações legais serão reativadas após o fim do período eleitoral.
Agradecemos a compreensão de todos!
Mostra “Longe dos olhos… águas subterrâneas” apresenta o papel essencial dos aquíferos para o equilíbrio ambiental e a manutenção dos recursos hídricos.
No dia 22 de março, quando é celebrado o Dia Mundial da Água, o MAGMA (Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia) reforça a importância da conscientização sobre os recursos hídricos, com destaque para as águas subterrâneas, tema central da exposição de longa duração “Longe dos olhos… águas subterrâneas”.
A mostra aborda a relevância dos aquíferos, reservas naturais de água localizadas abaixo da superfície do solo, armazenadas nos poros das rochas e dos sedimentos. Esses sistemas subterrâneos desempenham papel fundamental na manutenção do equilíbrio ambiental, com impactos diretos nas dimensões social, econômica e ecológica.
As águas subterrâneas se movimentam de forma lenta, desde as zonas de recarga, onde a água da chuva infiltra no solo, até as zonas de descarga, onde alimentam rios, lagos, pântanos e oceanos. No Brasil, cerca de 90% dos rios dependem desse fluxo invisível, evidenciando a importância estratégica desses reservatórios naturais.
Sem a presença das águas subterrâneas, o planeta apresentaria condições mais áridas e menor diversidade biológica, o que reforça a necessidade de ações de preservação e uso consciente.
Além da exposição, o MAGMA desenvolve iniciativas contínuas de educação ambiental e divulgação científica relacionadas ao Sistema Aquífero Guarani, um dos maiores reservatórios de água doce do mundo. Por meio de projetos educativos, ações de geoconservação e atividades com escolas e instituições, o museu atua na promoção do conhecimento e na sensibilização da sociedade sobre a importância desse patrimônio natural.
Para a gestora e curadora do MAGMA, Berenice Balsalobre, compreender o funcionamento das águas subterrâneas é essencial para a construção de uma consciência ambiental mais ampla.
“As águas subterrâneas são invisíveis aos nossos olhos, mas absolutamente essenciais para a vida no planeta. Quando compreendemos como esses sistemas funcionam, ampliamos nossa percepção sobre o cuidado com o meio ambiente e reconhecemos que preservar a água é, também, preservar o futuro”, destaca.
A exposição “Longe dos olhos… águas subterrâneas” está aberta à visitação e integra o conjunto de atividades do museu voltadas à formação científica, à educação ambiental e à valorização dos recursos naturais.
O MAGMA Museu está localizado na Rodovia Gastão Dal Farra, km 4, Bairro Demétria, Botucatu – SP. O horário de funcionamento é de sexta-feira e sábado, das 13h às 17h, ou por agendamento. Para mais informações, o telefone de contato é o (14) 99754-6694 ou pelo e-mail contato@magma.org.br.
Atividade gratuita permitiu que visitantes conhecessem o espaço onde o acervo do museu é preservado, estudado e organizado
Com o objetivo de aproximar o público, o MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia promoveu, nos dias 28 de fevereiro, 6 e 7 de março, visitas monitoradas à sua Reserva Técnica. A atividade reuniu visitantes interessados em conhecer os bastidores do museu e compreender melhor como ocorre o cuidado com as coleções científicas.
Durante as visitas, os participantes puderam conhecer o ambiente onde os materiais são acondicionados e aprender sobre os procedimentos de catalogação, organização e preservação que garantem a integridade do acervo ao longo do tempo. A iniciativa também proporcionou momentos de diálogo entre a equipe do museu e o público, ampliando o entendimento sobre o papel da Reserva Técnica na pesquisa, na educação e na difusão do conhecimento científico.
A realização das visitas reforça o compromisso do MAGMA em promover ações educativas e de divulgação científica, aproximando a comunidade dos processos que envolvem a preservação do patrimônio científico e cultural.

Atividade gratuita permitirá ao público conhecer o espaço de preservação e pesquisa do acervo do museu.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia realizará visitas monitoradas à sua Reserva Técnica nos dias 28 de fevereiro, 6 e 7 de março, sempre às 15h. A atividade é gratuita e destinada ao público interessado em conhecer os bastidores do trabalho de preservação, acondicionamento e pesquisa do acervo do museu.
Com o apoio do projeto, o museu implantou melhorias estruturais no espaço, garantindo condições ambientais controladas, segurança e organização técnica adequadas à conservação das peças que não estão em exposição.
A Reserva Técnica é o ambiente destinado à guarda e preservação do acervo, apoiando atividades de pesquisa, catalogação e conservação preventiva. Durante a visita, o público poderá compreender os critérios técnicos que orientam o armazenamento e a gestão do patrimônio geocientífico.
Serviço:
Visita monitorada à Reserva Técnica do MAGMA
Datas disponíveis:
28 de fevereiro – 15h
6 de março – 15h
7 de março – 15h
Professores, pedagogos e agricultores participaram de encontro voltado à ampliação de referências em geociências, território e práticas culturais
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia recebeu um grupo do município de Severínia para uma visita especial ao museu, ao bairro Demétria de Botucatu e à Feira Cultural local. A atividade reuniu professores, pedagogos e agricultores interessados em ampliar conhecimentos e levar novas referências para suas áreas de atuação.
O encontro foi marcado por trocas de saberes, diálogos enriquecedores e pelo interesse genuíno em aprofundar a compreensão sobre geociências, território e práticas culturais. Ao longo da visita, os participantes puderam explorar o acervo do museu e refletir sobre a relação entre ciência, educação e comunidade, fortalecendo conexões entre diferentes realidades e experiências.
Momentos como esse reforçam o papel do MAGMA como espaço de formação, conexão e construção coletiva de conhecimento. Mais do que um local de exposição, o museu se consolida como ambiente de aprendizagem, onde a curiosidade é ponto de partida para novas descobertas.
O MAGMA está aberto para visitas e também para grupos organizados. Escolas, universidades, equipes técnicas e instituições podem agendar experiências mediadas, planejadas de acordo com seus objetivos pedagógicos. O espaço também acolhe famílias e todos aqueles que desejam conhecer mais sobre rochas, minerais, fósseis e sobre a história do nosso planeta.
Conhecimento é para todos e começa com a curiosidade. Severínia, as portas do MAGMA estarão sempre abertas!
Encontro promoveu aproximação com o acervo e reflexões sobre ciência, natureza e história.
No último dia 7 de fevereiro, o MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia – recebeu o grupo do Centro Espírita Caminho de Luz para uma visita especial, marcada pela curiosidade, pelo interesse em conhecer o acervo e pelas trocas ao longo do percurso pelo Museu.
Durante a atividade, os visitantes tiveram a oportunidade de explorar conteúdos relacionados às geociências, à mineralogia e à astronomia, ampliando o olhar sobre os processos naturais e a relação entre ciência, natureza e história. A visita possibilitou momentos de diálogo e aprendizado, fortalecendo a experiência educativa proporcionada pelo espaço.
Iniciativas como essa reforçam o papel do MAGMA como um Museu aberto a diferentes públicos, comprometido com a divulgação científica, a educação e a convivência. Agradecemos a visita do Centro Espírita Caminho de Luz e esperamos revê-los em breve para novas experiências e descobertas.
Atividade integrou projeto e aprofundou práticas essenciais para a preservação de bens culturais.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia promoveu, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro, o workshop “Conservação e Higienização do Acervo do MAGMA”, iniciativa vinculada ao projeto Reserva Técnica do MAGMA.
A atividade abordou conceitos fundamentais da conservação preventiva, área da museologia que se dedica a compreender e minimizar as causas da degradação dos acervos. Diferentemente de ações pontuais sobre objetos isolados, a conservação preventiva amplia o olhar para fatores como ambiente, arquitetura, planos de segurança, manutenção e formas de uso das coleções, com o objetivo de evitar ou reduzir processos de deterioração antes que ocorram.
Ao longo dos três encontros, o workshop combinou formação teórica, debates técnicos e atividades práticas, promovendo a troca de experiências sobre procedimentos de acondicionamento, conservação e higienização de acervos em diferentes instituições.
No dia 16 de janeiro, a museóloga Cecília Machado conduziu a atividade dedicada à conservação do acervo, discutindo princípios, critérios e estratégias preventivas aplicadas ao contexto museológico. Já no dia 17, a museóloga Lays Lessa ministrou a aula sobre higienização de acervos, etapa essencial da conservação preventiva, que exige avaliação criteriosa da tipologia, materialidade e estado de conservação de cada peça.
Durante a atividade prática, foram apresentados métodos adequados para a limpeza de minerais e rochas, como o uso de trinchas, aspirador de pó de baixa potência e flanelas, além da aplicação pontual de swabs umedecidos em detergente neutro e água deionizada, sempre com o uso obrigatório de equipamentos de proteção individual (EPIs), garantindo a segurança dos profissionais e a integridade dos objetos.
A realização do workshop reforça o compromisso do MAGMA com a adoção de boas práticas museológicas, a qualificação técnica de seus processos e a salvaguarda responsável do patrimônio científico, geológico e cultural sob sua guarda.
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia promove, nos dias 15, 16 e 17 de janeiro, o workshop “Conservação e Higienização do Acervo do MAGMA”, uma iniciativa voltada à apresentação de boas práticas para preservação de acervos museológicos e à valorização da reserva técnica como espaço fundamental para a salvaguarda do patrimônio científico e cultural.
Ao longo de três encontros, o workshop irá combinar momentos de formação teórica, debates e atividades práticas, promovendo a troca de experiências sobre processos de acondicionamento de acervos em diferentes instituições.
O encontro será realizado ao longo de três dias, com programação distribuída entre atividades online e presenciais. No dia 15 de janeiro, às 19h, acontece a palestra online com a museóloga Cecília Machado. Já nos dias 16 e 17 de janeiro, as atividades presenciais ocorrem no MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, em Botucatu, com práticas de higienização e acondicionamento do acervo nos períodos da manhã e da tarde. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, e os participantes receberão certificado ao final do workshop.
A programação tem início com a abordagem de conceitos, diretrizes e da importância da conservação preventiva em museus, avançando para atividades práticas voltadas à higienização e ao acondicionamento do acervo de minerais, rochas e fósseis da reserva técnica do MAGMA. As ações permitem aos participantes o contato direto com procedimentos técnicos adotados na instituição e contribuem para a qualificação das práticas museológicas.
Além de contribuir para a formação técnica, a iniciativa reforça o compromisso do MAGMA Museu com a preservação de seus acervos, a qualificação profissional na área museológica e a difusão do conhecimento científico junto à comunidade.
Workshop “Conservação e Higienização do Acervo do MAGMA”
Datas e horários:
15/01 – Palestra com a museóloga Cecília Machado, às 19h (online – link enviado aos inscritos)
16/01 – Práticas de higienização e acondicionamento do acervo, das 14h às 17h (presencial)
17/01 – Práticas de higienização e acondicionamento do acervo, das 10h às 13h (presencial)
Local (atividades presenciais):
MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia
Rua Guilherme Sauer, s/n – Demétria, Botucatu (SP)
Inscrições:
Gratuitas, por meio de formulário online, disponível até a véspera do encontro.
https://forms.gle/2au188hdPYJNGB5w5
O MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia – será sede, no próximo dia 10 de janeiro, de uma oficina sobre preservação digital de acervos.
A atividade integra uma série de quatro encontros realizados em diferentes Núcleos do Museu da Pessoa pelo Estado de São Paulo e tem como objetivo apoiar profissionais, coletivos e iniciativas comunitárias que lidam com memória, cultura, educação e arquivos diante dos desafios da preservação digital no cotidiano contemporâneo.
Em Botucatu, a oficina acontece às 15h, no espaço do MAGMA, no bairro Demétria, e será mediada por Felipe Rocha, museólogo e Coordenador de Acervo do Museu da Pessoa. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia, disponível até a véspera do encontro.
Durante a oficina, serão abordados temas como boas práticas de preservação digital, cuidados com acervos audiovisuais, além da distribuição de materiais impressos com orientações sobre preservação de arquivos digitais e fitas magnéticas. O encontro também propõe um espaço de troca de experiências e diálogo entre os participantes.
Para a gestora e curadora do MAGMA, Berenice Balsalobre, sediar a oficina reforça o papel do Museu como espaço de formação, reflexão e compromisso com a memória.
“A preservação de arquivos digitais é fundamental para a cultura contemporânea, porque grande parte da produção cultural, científica, artística e administrativa nasce hoje em ambiente digital. Isso não é apenas uma questão técnica, mas também um compromisso ético e social com a preservação das memórias”, destaca.
Segundo Berenice, a iniciativa dialoga diretamente com a missão do MAGMA de promover educação, ciência e cultura de forma acessível e integrada à comunidade.
“Receber uma oficina como essa amplia o debate sobre memória e patrimônio, temas que atravessam diferentes áreas do conhecimento e fortalecem a atuação de museus, arquivos e iniciativas comunitárias”, completa.
A atividade é voltada a todas as pessoas interessadas nos temas de memória, cultura, educação, museus, arquivos, coletivos e iniciativas comunitárias.
Serviço
Oficina gratuita sobre Preservação Digital
Data: 10 de janeiro (sábado)
Horário: 15h (horário de Brasília)
Local: MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia
Rua Guilherme Sauer, s/n – Bairro Demétria – Botucatu (SP)
Inscrições gratuitas: https://forms.gle/knpXt585WiMthSbY8