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Paleo-SP 2025 celebra 25 anos e encerra programação com visita ao MAGMA Museu

Encontro regional de Paleontologia será realizado de 11 a 13 de dezembro na UNESP Botucatu e reunirá pesquisadores, estudantes e especialistas para debater avanços da área.

O Instituto de Biociências da UNESP Botucatu promove, nos dias 11, 12 e 13 de dezembro de 2025, o PALEO-SP 2025 – Encontro Regional de Paleontologia, evento que marca os 25 anos da série de reuniões anuais dedicadas à área. A programação se encerra no sábado, 13, com uma visita técnica ao MAGMA – Museu Aberto de Geociências, Mineralogia e Astronomia, no Bairro Demétria, integrando o Museu ao circuito oficial do encontro.

Neste ano, o tema central será “Paleontologia na Ciência”, com foco na evolução do conhecimento desde o início dos anos 2000, quando ocorreu a primeira edição da PALEO-SP, até as transformações que moldaram o campo ao longo de um quarto de século. Durante três dias, o público poderá acompanhar palestras, painéis de debate e apresentações de pôsteres. Entre os temas que serão discutidos estão “Promessas, descobertas e surpresas: a paleontologia que imaginávamos em 2000; 1/4 de século depois”, “Avanços no Conhecimento da Geologia e Paleobiologia do Ediacarano no Brasil”, “Novas Fronteiras na Paleontologia”, entre outros.

O encontro é organizado pelo Laboratório de Paleontologia e Geologia (LAPGeo) e pelo Laboratório de Paleontologia de Macroinvertebrados (LAPALMA), ambos da UNESP (câmpus de Botucatu e Bauru), pelo Laboratório de Estudos Paleobiológicos (LEP) do IGc/USP e pelo Laboratório Analítico em Paleontologia (LABAP) da Universidade Federal de Uberlândia, em parceria com a Sociedade Brasileira de Paleontologia (SBP).

Ao integrar a programação oficial, o MAGMA reforça seu papel como espaço de divulgação científica e como ponto estratégico para a formação de estudantes, pesquisadores e para a aproximação da sociedade com as geociências. A visita proporcionará aos participantes uma experiência imersiva em mineralogia, geologia e astronomia, valorizando a conexão entre ciência, território e memória, pilares que orientam o trabalho do museu.

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