Magma Museu

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Estudantes de Botucatu e Bauru exploram Geociências em visita ao MAGMA Museu

Na última quinta (15) e sexta-feira (16), o MAGMA Museu foi palco de atividades educativas que conectaram estudantes às histórias da Terra. Alunos do Colégio Cepra, de Botucatu, e do Novo Anglo, de Bauru, participaram de visitas guiadas pelo espaço, onde exploraram a Calçada Geológica e aprofundaram seus conhecimentos sobre a formação das rochas da região. As visitas foram conduzidas pela educadora Isadora Balsalobre e Dhara Rodrigues Lima, arqueóloga do Museu.

A iniciativa teve como objetivo despertar nos jovens um resgate histórico sobre a evolução do planeta, destacando a importância das Geociências para a compreensão dos processos naturais que moldaram o ambiente em que vivemos.

De acordo com Isadora Balsalobre, as visitas escolares representam um caminho concreto para os estudantes vivenciarem, na prática, o conhecimento adquirido em sala de aula.

“Receber os alunos no Museu é algo muito especial para nós, porque eles conseguem visualizar o que já aprenderam e também descobrir novas experiências sobre o que ainda não conheciam,” ressaltou.

Além disso, para a arqueóloga Dhara Rodrigues Lima, o contato direto com os minerais expostos no MAGMA proporciona uma conexão única com o conteúdo estudado.

“Ao tocar os minerais, os estudantes não apenas aprendem sobre a história por trás deles, mas também vivenciam suas texturas e despertam curiosidade para explorar ainda mais. O ambiente fora da sala de aula enriquece o repertório educacional e social de cada um,” destacou.

A experiência no MAGMA impactou não só os alunos, mas também os professores, que acompanharam cada etapa de perto. 

A professora de Ciências e Biologia, Maria Carolina de Carvalho Ricardo, que acompanhou os alunos do Colégio Cepra, destacou a relevância da visita, inclusive, para ampliar o repertório dos jovens e desconectar um pouco do mundo digital:

“Eu já conhecia o MAGMA, é um lugar muito rico, mas foi a primeira vez em que vim com o colégio. Há muita informação que eles ainda não conhecem da nossa região, que é importante para o repertório deles. Para nós, foi uma experiência muito importante. Hoje em dia, eles têm muitos estímulos com celular e redes sociais; a visita contribui ainda mais nesse sentido. Foi muito dinâmico”, finalizou. 

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